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Sexualidade, prazer e saúde estão acolhidos no SUS?
Canal Saúde/Fiocruz
26/06/2009

Assista na NBR, ligue 0800 701 8122 ou acesse www.canalsaude.fiocruz.br e participe na sala de bate-papo. Se preferir, antecipe suas perguntas por canal@fiocruz.br

O Sala de Convidados, do Canal Saúde/Fiocruz, de sexta-feira (26/06), às 13h, vai debater como o profissional de saúde lida com as questões de sexualidade. Como profissionais de saúde e o próprio sistema trabalha a sexualidade humana na sua diversidade e complexidade? Segundo Freud, a sexualidade pode ser entendida como uma carga energética que se distribui pelo corpo de maneiras distintas, conforme a idade. Ela é característica humana e toda forma de busca pelo prazer.

O público poderá esclarecer dúvidas ao vivo pela WEB <www.canalsaude.fiocruz.br>, no chat, ou assistindo pela NBR e ligando 0800 701 8122. Se preferir, pode antecipar a pergunta pelo e-mail canal@fiocruz.br

Convidadas – para debater ao vivo com telespectadores e internautas, estarão no estúdio: a coordenadora do Somos – Comunicação, Saúde e Sexualidade, Claudia Penalvo; a coordenadora da Rede Feminista de Saúde no Rio de Janeiro, Santinha Tavares; e a coordenadora de Políticas e Ações Intersetoriais, da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro, Viviane Castelo Branco.

Sexualidade - Em material preparado pelo Núcleo de Estudos da Saúde e do Adolescente da Universidade do Rio de Janeiro, disponível no site do Ministério da Saúde, há recomendação para que o profissional de saúde não imponha seus valores morais com atitudes preconceituosas, bem como, dar respostas conclusivas a determinadas questões, como por exemplo: devo transar? Devo abortar? E, durante o atendimento, o profissional precisa ouvir o adolescente, informar sobre mudanças puberais e sexuais, e orientar sobre a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e Aids e contracepção.

Mas, os profissionais estão preparados para dar esse atendimento? E o SUS, oferece condições para que isso ocorra? O tema é amplo. Outros pontos que podem ser abordados são os referentes aos idosos e a população GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais). Até que ponto os profissionais conseguem separar preconceito e atividade profissional? Participe.

Onde ver – Para saber como assistir a NBR na sua cidade ou obter mais informações sobre a NBR, acesse http://www.ebcservicos.ebc.com.br/veiculos/nbr Para assistir no site do Canal Saúde, acesse <www.canalsaude.fiocruz.br>, clique na TV com a inscrição “ao vivo” e participe a partir do chat associado à transmissão. Se preferir, antecipe suas perguntas: canal@fiocruz.br. O Sala de Convidados é apresentado por Renato Farias.


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