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Ajude a aumentar o contingente de profissionais de Enfermagem no Haiti Desde o dia 12 de janeiro, quando um terremoto de sete graus de magnitude devastou o Haiti, a atenção do mundo voltou-se para o país. Diante de um quadro crítico, formado por milhares de vítimas, entre óbitos e feridos, ações e ajudas emergenciais partem de todos os lugares na busca de tentar amenizar o sofrimento daqueles afetados pela tragédia. No Brasil, aliadas ao trabalho desempenhado pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, que coordena a ação de apoio ao Haiti, campanhas para arrecadação de medicamentos e insumos de saúde e para cadastramento de voluntários vem mobilizando, desde a semana passada, brasileiros em todo o território nacional. Dados do Ministério da Saúde (MS) apontam que mais 1,5 mil já se cadastraram para trabalhar no país, entre médicos, enfermeiros e técnicos. Você pode aumentar esse contingente indo até lá. Os interessados devem enviar dados ao e-mail missaodeajudahaiti@saude.gov.br, disponibilizado pelo MS. Várias instituições também se organizam para prestar auxílio ao Haiti, em especial à capital Porto Príncipe, onde hospitais de campanha e estruturas de assistência à saúde foram montadas. Entre estas, o Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), órgão regulador e fiscalizador do exercício da profissão, que, junto com os 27 Conselhos Regionais, se colocou à disposição do MS no sentido de aumentar o contingente de profissionais da categoria que será enviado ao país. “É nosso interesse fazer parte desse grande esforço nacional de ajuda à reconstrução do Haiti. Sabemos da necessidade de assistência de enfermagem pela qual os haitianos passam nesse momento delicado”, declara a presidente em exercício do COFEN, Julita Feitosa. De acordo com Feitosa, no Brasil existe cerca de 1,4 milhões destes profissionais, entre enfermeiros, técnicos e auxiliares. A intenção é, por meio de parceria com o MS, mobilizar aqueles com experiência em situações de urgências, emergências e calamidades, para compor as equipes de saúde direcionadas a Porto Príncipe. “Em situações como essa, é imprescindível a presença de enfermeiros para prestar socorro às vítimas junto aos médicos. Podemos atuar desde o tratamento de feridas aos casos mais graves, que requerem procedimentos cirúrgicos”, ressalta a presidente em exercício da autarquia federal. Além de tentar viabilizar a parceria com o Ministério da Saúde, o COFEN, por meio dos Conselhos Regionais de Enfermagem, já vem aderindo às campanhas desenvolvidas em cada estado. |
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