05/10/2021

Como dormir rápido?

Por Portal CoreSaúde

Para dormir rápido, procure diminuir ; a temperatura do seu quarto. Além disso, encontre uma posição confortável, evite exercícios perto da hora de dormir, relaxe os pés e evite o uso de aparelhos eletrônicos até pegar no sono.

Além das dicas citadas, existem técnicas que facilitam o relaxamento do corpo, para a chegada do tão esperado sono, principalmente se você sofre de ansiedade, estresse ou pela simples incapacidade de relaxar no momento de dormir.

A técnica mais conhecida é a 4-7-8, que promete fazer com que você durma em um minuto, pois ela regula a respiração, acalma a mente e relaxa o corpo. Para praticá-la, faça o seguinte:

  • Deite-se;
  • Respire pelo nariz, contando mentalmente 4 segundos;
  • Depois, segure a respiração por 7 segundos;
  • Solte o ar pela boca por 8 segundos.

Repita, pelo menos, 4 ciclos – cada um corresponde a 4 repetições.

O importante, nessa técnica, é procurar relaxar os músculos. A respiração deve ser profunda, utilizando-se o diafragma e estendendo o abdômen.

Remédios para dormir

Em geral, as medicações para dormir são dadas em últimos casos, afinal elas são compostas por substâncias controladas e que possuem efeitos colaterais desagradáveis, podendo causar até o vício. A parte medicamentosa é muito recomendada para quem sofre com insônia, mas existe a psicoterapia, que trabalha de maneira eficiente e não possui reações adversas como os remédios.

É claro que nas insônias crônicas – aquelas que duram mais de 3 semanas – as medicações são muito indicadas, como:

  • Alprazolam;
  • Bromazepam;
  • Diazepam;
  • Flurazepam.

Antes de tomar uma medicação, procure a opinião de um médico e confira o texto sobre remédios para dormir.

Fatores que influenciam o sono

Dormir é restaurador, mas várias causas podem estar envolvidas, atrapalhando esse processo natural do ser humano. Para dormir rápido, lembre-se desses fatores – para evitá-los, ao menos:

  1. Abstinência de depressores do sistema nervoso, como álcool, maconha, antipsicóticos e benzodiazepínicos;
  2. Ambiente é inadequado: isso pode estar relacionado às luzes, aos sons altos e agudos, aos odores e movimentos, por exemplo;
  3. Doenças neurológicas, como Alzheimer, Parkinson etc.;
  4. Drogas que estimulam o sistema nervoso central, tais como a cafeína e nicotina;
  5. Estresse;
  6. Hábitos de sono que são alternados podem dificultar sua adaptação;
  7. Irregularidade do sono, como dormir sempre em horários diferentes e por tempos distintos;
  8. Transtornos hormonais;
  9. Transtornos psicológicos: é o caso de depressão, esquizofrenia, estresse pós-traumático, ansiedade entre outros.

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